domingo, 3 de janeiro de 2016

Resenha: Cartas na mesa


Título original: Cards on the table
Autor: Agatha Christie
Ano: 1936
Editora: Pan Books
Páginas: 190 p.
Publicação: 1972
ISBN: 033002924
Idioma original: Inglês
Título em português: Cartas na mesa




Sinopse
Foi dada a largada para a competição do século. Quatro investigadores - o superintendente Battle da Scotland Yard, a escritora de romances policiais Ariadne Oliver, o coronel Race e o incomparável Hercule Poirot - são convidados pelo excêntrico sr. Shaitana para um jantar especial. Os quatro convidados - um médico, uma senhora viúva, um aventureiro e uma bela moça -, cidadãos aparentemente comuns, vão se tornar seus adversários num disputado jogo de bridge. Mas um crime interrompe bruscamente a noite, e o jogo tem uma reviravolta: passam a ser quatro investigadores contra quatro suspeitos. Um dos casos prediletos de Hercule Poirot, Cartas na mesa é também uma das mais intrincadas tramas de Agatha Christie.


Vamos ao que interessa...

Desde novembro de 2015 decidi que leria um livro em inglês e outro em espanhol todos os meses para melhorar meu conhecimento nessas duas línguas. Para iniciar meu desafio eu escolhi um livro da minha autora preferida Agatha Christie. Já li muitos livros dela desde minha adolescência, mas todos em versões traduzidas para o português. Com eu adoro a autora resolvi começar o desafio por um dos seus livros, a escolha foi bem aleatória, tipo era o livro que tinha na biblioteca em inglês. Claro que eu adorei o livro.


Tudo começa quando Sr. Shaitana um homem rico, excêntrico e com hobby um tanto estranho de colecionar assassinatos, convida o detetive Hercule Poirot para um jantar em sua casa. Ao chegar lá, Poirot percebe que tem outros convidados. O Superintendente Battle da Scotland Yard um velho conhecido de Poirot, uma escritora de romance policial Ariadne Oliver, o coronel Race, Dr. Roberts um médico famoso, Sra. Lorrimer, uma senhora viúva de 60 anos, o Major Despard um homem aventureiro e a senhorita Anne Meredith, uma moça de 20 anos, bonita e tímida.

Durante o jantar Sr. Shaitana começa a falar sobre assassinatos e assassinos, deixando no ar algo sobre veneno e assassinato o que gera certo desconforto aos seus convidados, principalmente em um deles. Após o jantar, o grupo é dividido em dois para jogar Bridge. Em uma das salas ficam a Sra. Lorrimar, uma jogadora viciada em Bridge, Dr. Robert que joga eventualmente, Major Despard e a senhorita Meredith que sabem jogar, mas não são tão bons jogadores e os demais convidados são direcionados para outra sala para também jogar Bridge entre eles enquanto Sr. Shaitana circula entre as duas salas até se sentar em sua cadeira próxima a lareira na sala de jogos do primeiro grupo.

Quando o grupo em que Poirot está decide que já está tarde e vão se despedir do anfitrião, encontram este morto em sua cadeira e os quatro convidados que estavam na sala são os suspeitos.  Quatro pessoas na sala, um é assassino e as três outras pessoas não viram nada e nenhuma das quatro se conhecia. Assim começa mais um caso do detetive Poirot. A investigação oficial é conduzida pelo Superintendente Battle, mas depois de tanta insistência da escritora Oliver que vê a chance de usar o crime em um dos seus livros e a convicção dela que uma mulher seria a melhor investigadora neste caso, Battle decide que todos que estavam na sala com ele iriam investigar um suspeito.

Poirot não é o único investigador neste caso, assim ele fica um pouco apagado na história toda, mas quem já leu algum livro da Agatha Christie sabe que no final só dá Hercule Poirot. O detetive visita os suspeitos, faz suas perguntas nonsense (detalhes sobre cada partida de Bridge e que descrevessem a sala e os objetos).

Os investigadores descobrem que cada um dos suspeitos já havia cometido um assassinato no passado, a questão é qual dos assassinatos anteriores se relaciona com o assassinato do Sr. Shaitana. Questão que só Poirot é capaz de descobrir e provar, o que ele faz no final do livro sem antes dele mesmo ser surpreendido por um acontecimento que ele não previa.

Eu adoro as estórias da Agatha Christie, algumas um pouco mais outras nem tanto, mas sempre recomendo os livros dela, principalmente para que gosta de ler estórias de suspense policial. Portanto, recomendo muito este livro.







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